5 motivos para você encarar Um Drink no Inferno: a série
5 coisas que ouvi do painel que Robert Rodriguez deu no SXSW em março e que você deve saber sobre a série antes de assistir a primeira temporada, que já está completa no Netflix.
Porém com mais tempo. Robert conta que toda ideia surgiu após a cena final do filme, onde se revela que o bar era parte de um grande templo asteca. 18 anos e muita pesquisa sobre a mitologia asteca sobre os 2 irmãos predestinados a lutar contra os deuses. O legal é saber que a segunda temporada será a sequência totalmente inédita – e depois na finale da primeira temporada, será algo mind-blowing!
1) A primeira temporada conta a mesma história do filme
| Daqui Robert pensou: temos mais história para contar. |
O interessante da primeira temporada realmente é o desenvolvimento dos personagens. Podemos mergulhar no passado dos Geckos, de seus reféns, dos seus perseguidores e inimigos.
2) Os inimigos dos Geckos
Vampiros! Tcham!
Sim! Um Drink no Inferno é uma série de vampiro! Porém com uma raiz diferente: todos se originam de um culto de sangue asteca que venera a grande serpente que se alimenta de sangue. O resultado: vampiros monstruosos, com cara de réptil pulando na sua tela.
| Vampiros cobras |
Bom, pensando numa série de vampiros produzida por Rodriguez, aguarde todo o sangue possível e impossível espirrando para todos os lados.
3) Os outros personagens
É muito interessante como a série tem tempo de apresentar também outros personagens, acrescentando massa à mitologia dos irmãos. Não quero contar muitos spoilers para quem não viu o filme, mas a família que vira refém dos irmãos faz um contraponto religioso ótimo na história. Preste bastante atenção na Kate, mesmo ela parecendo uma adolescente chata.| Katie-Cake |
Outro elemento interessante é a natureza texana da série, representada pelo Oficial Gonzalez, o Ranger que está atrás dos irmãos. Cada vez que ele se aproxima da fronteira, ele vem sendo chamado de Rinche, uma referencia da época que a polícia texana caçava e executava imigrantes e moradores de origem mexicana. A série o tempo todo relembra que o Texas era território do México à sua maneira.
| Ranger Gonzales e muito sangue espirrando na tela |
4) A influência do México na narrativa
5) E por que essa influência na histórias 18 anos depois?
Aí que tá. Um drink no inferno: a série é uma produção exclusiva da El Rey Network, canal on demand que Robert Rodriguez lançou de olho em um dado importantíssimo: em 10 anos, ⅔ da população americana será formada por pessoas de descendência latina, e ele enxergou aqui a oportunidade de criar um canal que realmente trouxesse esse DNA que é completamente ignorado pela grandes emissoras norte-americanas como a NBC.
Um drink no inferno: a série é um blockbuster para atrair audiência para o canal, que de verdade tem a missão de dar espaço para novos produtores, roteiristas e atores que não conseguem emplacar seus trabalho em grandes canais, abertos ou fechado nos Estados Unidos. El Rey Network se propõe a ser uma incubadora de novos nomes para tv. O que parece ser bem promissor. Então, vale dar audiência para suas produções ao saber desta nobre motivação.
Um drink no inferno: a série é um blockbuster para atrair audiência para o canal, que de verdade tem a missão de dar espaço para novos produtores, roteiristas e atores que não conseguem emplacar seus trabalho em grandes canais, abertos ou fechado nos Estados Unidos. El Rey Network se propõe a ser uma incubadora de novos nomes para tv. O que parece ser bem promissor. Então, vale dar audiência para suas produções ao saber desta nobre motivação.
POST ORIGINAL: Spoilers.tv